Entenda o que faz um Consultor de Marketing Digital

O consultor é um profissional que diagnostica uma determina situação com base em dados para que, na sequência, possa transforma-los em informação que servirão de alicerce para a formulação de estratégias. 

O papel do consultor:

  • Deve trabalhar em detrimento da empresa, nunca dos serviços que tem a oferecer
  • Um consultor vende inteligência e expertise
  • É extremamente desejável que um consultor conte com uma metodologia de trabalho e tenha foco em resultado
  • Deve contar com uma rede de parceiros, mas ser independente o suficiente para atuar com a equipe e rede de parceiros do seu cliente, se necessário
  • Um Consultor de Marketing Digital pode – e deve – se envolver em questões do Marketing Estratégico e “offline”

Esse profissional trabalha em sinergia com demais fornecedores, como:

  • agências de comunicação
  • agências digitais
  • agências de SEO e de links patrocinados
  • assessores
  • RPs
  • agências focadas em produção de conteúdo para web

O trabalho de consultoria:

O Consultor de Marketing Digital é, além de conselheiro, agente de mudanças nas organizações. Deve orientar a empresa sobre a melhor maneira de investir, com objetivo de economizar e “gastar bem”, auxiliando nas escolhas da organização. Em termos gerais, a atuação e os serviços de um Consultor de Marketing Digital podem ser extremamente verticais ou mais abrangentes e horizontais.

O consultor não executa tarefas, ele orienta a maneira como essas tarefas devem ser executadas e traça as diretrizes estratégicas para que essas tarefas obtenham bons resultados. Um exemplo muito comum é a produção de conteúdo: o Consultor de Marketing Digital pode traçar toda a estratégia de conteúdo, criar pautas, estudar termos mais buscados, delimitar frequência e responsáveis, além de determinar a temática da comunicação em cada canal social. Não é o consultor que escreve e publica o conteúdo. Para isso, ele atua em parceria com fornecedores focados nessa tarefa ou orienta e capacita o time do cliente para essa função.

Um ponto importante para ressaltar é que, apesar do consultor sempre sugerir, ele não deve ser aquela pessoa que vai até a empresa somente para conversar, vez ou outra. É preciso estar presente e próximo ao cliente. O consultor não pode tomar o lugar do gestor, colocar a mão na massa ou “se atravessar” no organograma das empresas, até mesmo por uma questão ética, mas isso não é desculpa para não se envolver! Sem envolvimento, essa construção que é feita sempre a pelo menos quatro mãos (cliente e consultor), fica sem base sólida.